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30.4.09

Feios, porcos e maus

"Fotógrafo suíço Matthias Willi fotografou dezenas de bandas e músicos poucos minutos depois da saída de palco. Veja as fotografias de Iggy Pop, Metallica, Queens of the Stone Age, Placebo, Muse, Hives... Como tantas vezes acontece com as grandes ideias, o projecto After The Show , que o fotógrafo Matthias Willi tem levado em exposição um pouco por todo o mundo, nasceu por acaso: o suíço fotografou a actriz e cantora Juliette Lewis após um concerto, por falta de tempo para fazê-lo antes, e a norte-americana comentou com o retratista que aquela era uma óptima maneira de captar a real essência dos artistas. Seguiram-se dezenas de "encontros imediatos" com estrelas rock do calibre de Iggy Pop (que terá vociferado a Matthias Willi: "You've got 30 fucking seconds"), Metallica (isto é, o baixista Robert Trujillo, o único a "esperar" pelo fotógrafo) ou Josh Homme, dos Queens of the Stone Age. Veja aqui algumas das imagens mais representativas da colecção After The Show (Depois do Espectáculo) e visite o site onde Matthias Willi reúne quase 50 imagens de numerosos artistas , fotografados nos pouco glamourosos bastidores dos concertos, sem pose ou defesas."

in blitz.aeiou.pt


Robert Trujillo (Metallica)



Iggy Pop

27.4.09

Agenda || Foge Foge Bandido @ São Mamede || 30 de Abril

"O São Mamede Centro de Artes e Espectáculos tem o prazer de anunciar o primeiro espectáculo de Manel Cruz - "Foge Foge Bandido", a realizar-se no dia 30 de Abril, pelas 22h00.

O Foge Foge Bandido foi um namoro de acasos, descobrir a música das pessoas e não dos músicos e atribuir ao tempo a tarefa de seleccionar o material. Foi tentar ao máximo expressar o processo, com a consciência, claro, de que o acaso se estende ao próprio entendimento desse processo e de que se calhar não percebi nada.

Manel Cruz


Lado a, lado b, lado c, nada há no reaparecimento editorial de Manuel Cruz (Ornatos Violeta, Pluto) que se ponha a jeito de rótulos – o que,de algum modo, já se infere pelo nome do projecto: Foge Foge Bandido.
Está tudo ligado: dois discos + um livro = uma obra. Quando muito, háuma proposta: ouvir os discos como quem vê um filme, em que as músicas e as histórias nelas contidas permitem desenhar narrativas imaginárias e assim estabelecer uma comunhão entre a identidade do autor, intérprete dos seus sentimentos, e do ouvinte, intérprete do intérprete segundo os seus sentimentos. O livro, sendo outro facto estético derramado pela mesma fonte (que é como quem diz: um todo e, simultaneamente, uma parte), não pretende cumprir o papel de um making of, mas apoia a conjectura de sobre como terão sido as várias fases do longo processo – quase dez anos – que deu origem à obra. E como se intitula ela? Foge Foge Bandido? Não, isso é o
projecto. O amor dá-me tesão? Não, esse é o título de um dos discos (o primeiro ou o segundo, consoante a forma como se aborde o livro, que a meio sofre uma inversão, de modo a subjectivar o que é ler/ouvir do princípio para o fim ou do fim para o princípio). Não fui eu que estraguei? Não, esse é o título do outro disco. Então? Talvez o ouvinte encontre a resposta, se a achar necessária, no símbolo que aí se pode ver da porta aberta para que todos se sintam participantes, para que todos fujam das coisas pré-dadas e se aventurem no prazer de tomar parte, de partilhar e decidir. Se há, aliás, característica que possa definir o caminho trilhado por este projecto é a espontaneidade, tanto como método de conjugar os sons e as palavras para o aparecimento de um "discurso" (est)ético, quanto como critério na inclusão de colaboradores/passageiros de fuga, onde se reúnem músicos, amigos (pessoas e animais), desconhecidos e família. Experimentar foi a palavra de ordem. Daí, por exemplo, a multiplicidade de instrumentos e o encarar não restritivo do conceito de instrumento musical, promovido a "ferramenta de trabalho" – seja o software, um teclado analógico ou um saco de feijões. É, afinal, de um jogo a feijões que se trata o experimentar subjacente a Foge Foge Bandido. Alegarão: mas, se é a feijões, não há nada a ganhar. Ver-se-á, ouvindo. Em última análise, haverá tanto como a perder. É a vida.

Marcos Cruz

www.fogefogebandido.com "

21.4.09

Susan Boyle, a estrela do momento

O vídeo que nos últimos tempos nos tem mostrado a humildade de Susan Boyle na sua audição para o Britains Got Talent está prestes a tornar-se o vídeo mais visto no youtube. Em apenas duas semanas já foi visto mais de 1000milhões de vezes e prepara-se para ultrapassar o record que neste momento pertence a um vídeo de um comediante americano que foi já visualizado 118 milhões de vezes desde Abril de 2006!!

Judson Laipply's - Evolution Of Dance

7.4.09

E o vencedor é....

"E o povo, pá?", da autoria dos Homens da Luta (Neto e Falâncio do Vai Tudo Abaixo) foi a música vencedora do Festival Alternativo da Canção, um certame que surgiu de (mais) um devaneio do Fernando Alvim.


29.3.09

"É a Afonsina, a Tuna de Engenharia...!!"

Mais um grande momento da Afonsina - Tuna de Engenharia da Universidade do Minho.

Depois de uns dias loucos por terras Açoreanas onde foi contemplada com "Melhor Pandeireta" e "Tuna + Tuna" no X El Açor (Festival organizado pelos Tunídeos em Ponta Delgada), a Afonsina foi na semana passada, no Teatro Sá da Bandeira (Porto), a tuna da noite no MTB (festival organizado pela Tuna TS) ao conseguir vencer o certame como "Melhor Tuna", além dos prémios "Melhor Estandarte" e "Tuna + Tuna".

A saga continua dia 24 de Abril, no Porto...

Até lá!

Afonsina ao vivo no X El Açor :: Coliseum Micaelense - Ponta Delgada :: 13 de Março de 2009
http://www.acorestube.com/video/1947/X-El-A%C3%A7or--Afonsina

7.3.09

NNeka @ CCVF || 28 de Março


"De origem nigeriana, Nneka já foi considerada pela crítica a Nina Simone do século XXI. Um concerto de Nneka é uma experiência total para os sentidos capaz de inspirar qualquer um.
Partindo do hip hop, Nneka constrói os espectáculos como uma viagem que une África e o resto do mundo. Abraçada por uma banda que lhe confere um ritmo bem orgânico, Nneka é capaz de pegar numa guitarra e com profunda simplicidade interpretar canções onde as palavras são o mais importante. A sua voz, claro, é o centro do espectáculo: segura, carregada de alma, com um “arranhado” que a torna muito particular. Para dançar, para sonhar e para reflectir, um concerto de Nneka enriquece quem a ele assiste – do hip hop ao reggae, da soul ao rock. Sem parar." (http://iberweb-2a.servidorpt.com/~aoficina/ccvf.pt/)


NNeka on Support - Tide (part 1)
NNeka on Support - Tide (part2)

30.1.09

Wraygunn @ Sá da Bandeira || 28.01.09

Aqui fica um cheirinho do concerto de ontem à noite no Sá da Bandeira.

Bom concerto, boa onda....pura noite de rock n´roll!

O próximo concerto será na Aula Magna já amanhã para encerramento da tour e poderá ser assistido em directo em http://www.nokia.pt/onlive#
Assistir a Wraygunn é também apreciar o "Show Furtado", curiosamente a única parte do concerto que consegui encontrar no youtube.

Aqui fica....



O concerto da Aula Magna já pode ser visto em http://www.nokia.pt/NOKIA_PORTUGAL_11/Microsites/NokiaOnLive/popup/wraygunn_concerto.html

6.7.06

Alva Noto + Ryuichi Sakamoto @ Casa da Musica, 11/06/2006


Uma casa da musica tremula de excitação, um sala “Guilhermina Suggia”cheia como um ovo, no palco um piano e dois computadores complementados por um ecrâ de leds que matizava o fundo com as suas matrizes e formas geométricas ou nem tanto, um incenso que ardia junto do piano e espalhava o seu aroma pela sala, enebriando os sentidos. Este era o cenário idilico, perfeito para um concerto que se podia revelar como um dos mais importantes do ano. Não o foi... não porque os actores não o quisessem, mas porque o disco funciona claramente melhor do que o espectáculo. Sakamoto, distante, indiferente ao público, Carsten Nicolai, mais preocupado em não irritar o mestre com um qualquer blip fora de tempo limitaram a capacidade de a beleza de “insen” embebedar a plateia. Mas não se depreenda que o concerto foi mau. Só acidentalmente tal poderia acontecer pois as variaveis positivas eram demasiadas para que no final a equação fosse tendente para menos infinito. Ainda assim um final apoteótico, com Sakamoto a pilhar o espólio do seu trabalho com David Sylvian e a tocar uma versão de Forbidden Colours que arrepiou a multidão.3 encores e uma plateia de pé. E o concerto foi só morno. Imaginem se tivesse sido bom?